Educadores da Rede municipal de ensino de São Luís, dia 14 de setembro acontece a eleição do nosso sindicato, na ocasião teremos a oportunidade de escolher quem vai dirigir o SINDEDUCAÇÃO pelos próximos 4 anos. Nesse processo eleitoral a OPOSIÇÃO (MRP/MOPE/CSP-CONLUTAS) largou na frente ao registrar na última sexta feira a chapa UNIDOS PRA MUDAR. Certamente outras chapas se habilitarão no processo, entretanto, mesmo sem conhecer todos os seus integrantes, já podemos antecipar, serão chapas que representam o continuísmo dessa turma que já esta a frente do sindicato ha mais de uma década. Durante todos esses anos a política sindical defendida e implementada por eles, foi e é extremamente prejudicial à nossa categoria, pois seus frutos são amargos: perdemos direitos, como por exemplo a REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO POR TEMPO DE SERVIÇO E IDADE. Essa política tem que ser banida do SINDEDUCAÇÃO e a oportunidade se avizinha. Vamos cerrar fileiras nesse processo eleitoral para que assim possamos de vez derrotá-los, processo esse que não será facil, pois os mesmos terão o apoio da prefeitura e dos políticos aos quais eles estão e/ou sempre estiveram aliados. Para vencê-los é necessário unidade e a participação maciça de nossa base no processo eleitoral, vamos mobilizar e votar, agindo assim a vitória será certa!
UMA GREVE ATÍPICA, UMA LIÇÃO HISTÓRICA: LUTAMOS E ESTAMOS ORGULHOSOS! Ousadia, resistência, apreensão e persistência são sentimentos e momentos que marcaram os dias de greve dos trabalhadores em educação do estado do Maranhão. Foi, sem dúvida, um grande aprendizado, porque foi uma grande luta. Aprendemos nesse movimento quem são os verdadeiros aliados da classe trabalhadora, aprendemos também quem são os seus grandes inimigos. Fomos atacados por todos os lados no front dessa batalha em defesa de nossos direitos e de uma educação pública e de qualidade. Tal como o príncipe de Maquiavel a governadora Roseana Sarney tentava mostrar que “os fins justificam os meios”, para isso impunha o terror nas escolas, ameaçava cortar o ponto dos grevistas, até de exoneração fomos ameaçados. É verdade que em alguns momentos sentimo-nos pequenos ao ver um governo oligarca e sedento de poder abocanhando a direção do nosso sindicato, que nada faz pela sua categoria, e de entidades estudantis, q...

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