Pular para o conteúdo principal

CHAPA 1 Sai na frente, derrota a Comissão Eleitoral e consegue aumentar o número de urnas e ampliar o horário de votação até as 20 h, pois não teme o voto dos professores. Entenda por quê?


Dia 3/8 requeremos a inscrição da chapa 1 no SINDEDUCAÇÃO, porém, a Comissão Eleitoral só homologaria a solicitação da nossa chapa 11 dia depois, ou seja, no último dia do prazo previsto p/ a inscrição das chapas (14/8 sexta feira).

Dia 20/8 requeremos junto à Comissão Eleitoral o aumento do número de urnas e a descentralização das mesmas, na tentativa de disponibilizar outros locais de votação, espalhados pela cidade, além das urnas dispostas no sindicato. Outra vez a Comissão Eleitoral age de forma suspeita, na medida em que, resolve indeferir a nossa solicitação e só nos comunica dia 27/8.

Não satisfeitos com a resposta da Comissão Eleitoral, dia 29/8 fomos ao MPT e requeremos deste uma intermediação, na tentativa de garantir a descentralização da eleição. Depois de tomar conhecimento da iniciativa da Chapa 1, a Comissão Eleitoral rapidamente e pela primeira vez convoca uma reunião com todos os representantes das Chapas, que foi realizada no sábado (1/9). Na ocasião voltamos a defender a ampliação do número de urnas, de 4 (previstas inicialmente) p/ 12 (sendo utilizadas 5 no sindicato e 7 nos polos com o maior número de escolas) e a ampliação do horário de votação para as 20h. Após um caloroso debate os representantes da chapa 2 resolveram concordar com o pleito defendido pela Chapa 1, já os representantes da Chapa 3 se abstiveram sobre a questão da descentralização, do aumento de urnas e da ampliação do horário de votação. A chapa 1 solicitou ainda que a lista dos professores ativos e inativos aptos a votar, fosse divulgada no site do SINDEDUCAÇÃO, para que os professores verificassem com antecedência sua situação nessa eleição. Encerrada a reunião foi lavrada a ata.

Dia 3/9 (2ª feira) a Comissão Eleitoral convoca nova reunião, desta vez somente participaram seus integrantes, além dos 5 indicados pela diretoria do SINDEDUCAÇÃO, participou também a Prof. Ana Paula, representante da chapa 1. As chapas 2 e 3 não indicaram representantes p/ compor a referida comissão. Nessa reunião foi comunicado que a Comissão Eleitoral voltou atrás e decidiu aumentar o número de urnas para 7 e ampliar o horário de votação até as 20h, mais manteve o indeferimento do processo de descentralização.

Dia 4/9 (3ª feira) o Procurador Maurel Mamede Selares mandou intimar a Comissão Eleitoral e os representantes das três chapas 1, 2 e 3 inscritas no pleito para que todos comparecessem a uma audiência no MPT dia 6/9 (5ª feira) que discutiria a descentralização da eleição. Somente compareceram a essa audiência os integrantes da Comissão Eleitoral e o candidato a presidente pela Chapa 1, Professor Antonísio Furtado. A ata dessa audiência você confere na íntegra nas imagens abaixo.



Comentários

O SINDEDUCAÇÃO foi transformado em balcão de negócios pelo grupo que está a sua frente, desde a sua fundação. Professor/a, na eleição que acontece dia 14/09 (sexta feira) você pode libertar o nosso sindicato dessas sanguessugas do suor dos professores, que tanto tem prejudicado a rede municipal de ensino de São Luís, pois eles sempre se posicionaram ao lado do prefeito e dos vereadores aliados. A luta em defesa da educação e de seus trabalhadores passa por uma única opção, vote para mudar, vote CHAPA 1!

Postagens mais visitadas deste blog

Piso Salarial: Leia a opinião do jornal Correio Braziliense

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 277/08, aprovada na quarta-feira (16), vai abrir espaço para aporte considerável de recursos destinados à educação. Pela eliminação da Desvinculação de Receitas da União (DRU), a PEC proporcionará este ano aumento das verbas para o setor da ordem de R$ 4 bilhões. A expectativa é de que o acréscimo seja de R$ 7 bilhões em 2010 e, pelo menos, de R$ 10,5 bilhões depois de 2011. Garante-se, assim, que mais de 3,5 milhões de crianças e adolescenntes sejam inseridos nas salas de aula de todo o país. O primeiro passo para a conquista da melhoria foi dado no plenário da Câmara dos Deputados. A progressiividade na desvinculação da DRU responde pela sequência dos ativos financeiros reservados à educação. Pelos termos do texto, o ensino básico gratuito, hoje obrigatório para estudantes de 7 a 14 anos, vai ampliar-se para a faixa de 4 a 17 anos. Outra immportante contribuição ao aperfeiçoaamento e extensão do ensino básico reside no fato de que o texto da ...

Carta aos profissionais da educação

UMA GREVE ATÍPICA, UMA LIÇÃO HISTÓRICA: LUTAMOS E ESTAMOS ORGULHOSOS! Ousadia, resistência, apreensão e persistência são sentimentos e momentos que marcaram os dias de greve dos trabalhadores em educação do estado do Maranhão. Foi, sem dúvida, um grande aprendizado, porque foi uma grande luta. Aprendemos nesse movimento quem são os verdadeiros aliados da classe trabalhadora, aprendemos também quem são os seus grandes inimigos. Fomos atacados por todos os lados no front dessa batalha em defesa de nossos direitos e de uma educação pública e de qualidade. Tal como o príncipe de Maquiavel a governadora Roseana Sarney tentava mostrar que “os fins justificam os meios”, para isso impunha o terror nas escolas, ameaçava cortar o ponto dos grevistas, até de exoneração fomos ameaçados. É verdade que em alguns momentos sentimo-nos pequenos ao ver um governo oligarca e sedento de poder abocanhando a direção do nosso sindicato, que nada faz pela sua categoria, e de entidades estudantis, q...

Os Professores baianos em Salvador reprovam a gestão da pelegada do PCdoB no sindicato.Eleição da APLB: Vitória da oposição na capital e indícios de fraudes no interior da Bahia.

Após 15 anos se “reelegendo” como chapa única, a atual direção da APLB teve que “rebolar” para “ganhar” a eleição deste ano e ainda amargou uma derrota fragorosa para a chapa da oposição que venceu na Capital com 72% dos votos validos para contra 28% obtidos pela Chapa 1 hegemonizada pelo PCdoB, e que congregou ainda militantes do PSB, PDT e PT (bloco governista a nível federal e estadual). Já no interior do Estado houve uma enorme discrepância dos resultados, sendo que onde a Chapa da Oposição não conseguiu fiscalizar a votação e apuração apareceram resultados com até 100% dos votos na Chapa 1, enquanto nas regiões onde houve fiscalização a chapa 2 ou venceu teve uma derrota com pequena diferença para chapa governista. Uma série de irregularidades cometidas pela Comissão Eleitoral levou a Chapa 2 a acionar o Ministério Público do Trabalho (MPT) e depois a Justiça do Trabalho na tentativa de garantir uma eleição democrática e transparente. A própria homologação da Chapa de Oposição...