segunda-feira, 25 de abril de 2016

SEMANA NACIONAL DE LUTA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO


CNTE promove semana da educação com diversas atividades em todo o país

17a semana nacional 2016 post facebook
Com o tema “A Força do Educador Move a Educação”, acontece de 22 de abril a 1º de maio de 2016, a 17ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, em todo o Brasil.
Realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) em parceria com seus 50 sindicatos filiados, espalhados pelo país, o objetivo é abordar nas diversas atividades previstas com os educadores, o tema da implementação dos planos nacional, estaduais, distrital e municipais de educação.
Entre os temas que serão debatidos estão, “Gestão democrática nas Escolas e nos Sistemas de Ensino”, “Financiamento da Educação Pública”, “Diretrizes Nacionais para Elaboração/Adequação dos Planos de Cargos e Carreiras”. Será discutida ainda, a proposta de Projeto de Lei da CNTE que trata do Piso Salarial Profissional Nacional, para os Profissionais da Educação, indicação da Meta 18, do Plano Nacional de Educação (PNE).
Uma das principais lutas dos trabalhadores da educação, a Lei Nacional do Piso do Magistério, promulgada em 2008 (Lei 11.738/08), ainda não é respeitada. Atualmente apenas três estados cumprem integralmente a lei. São eles, Distrito Federal (DF), Piauí (PI) e Sergipe (SE). A tabela completa de vencimentos, remunerações e jornada de trabalho das carreiras de magistério público da educação básica, em todos os estados, está disponível na página da CNTE. (Veja a tabela)
De acordo com o presidente da Confederação, Roberto Leão, o debate sobre o assunto faz-se necessário, diante da constatação de que muitos planos de educação, de estados e municípios, embora tenham sido aprovados no prazo definido pela lei, eles não cumpriram suas prerrogativas, seja no sentido de garantir a participação social no processo de aprovação das leis, seja de comprometer o ente público com as metas previstas no PNE.
Na programação, estão previstos debates nas escolas, manifestações públicas, coletiva de imprensa, além do 1° Passeio Ciclístico e da 1ª Corrida Rústica da CNTE.
Fonte: http://www.cnte.org.br/index.php/comunicacao/noticias/16402-cnte-promove-semana-da-educacao-com-diversas-atividades-em-todo-o-pais.html

No Maranhão o Movimento de Resistência dos Professores - MRP covoca os educadores DAS REDES ESTADUAL/MUNICIPAL para paralisar suas atividades nos dias 28 e 29 de abril e participar das atividades de LUTA/PROTESTOS  em defesa do reajuste do PISO e demais direitos da nossa categoria.

PROGRAMAÇÃO:

No dia 28/04 acontece um dia de LUTA em frente às sedes dos governos ( Palácio dos Leões e Prefeitura de São Luis).
No dia 29/04 acontece um debate sobre a a educação pública no Maranhão, direitos dos educadores e representação sindical.


ATENÇÃO!

A DIRETORIA DO SINPROESEMMA FARÁ DE TUDO PARA EVITAR A MANIFESTAÇÃO DOS EDUCADORES EM FRENTE AO PALACIO, POIS SEUS DIRIGENTES TRABALHAM DIA E NOITE PARA BLINDAR O GOVERNADOR.
Educador(a), não se deixe levar eplas mentiras e manobras daqueles que se venderam para o governo,

28 e 29 de abril tem PARALISAÇÃO na educação

Atenção educador/a!

Companheir@,
está explícito que o governador Flávio Dino (PCdoB) e o prefeito Edivaldo Holanda Jr (PDT) trabalham em parceria para postergar ao máximo a concessão do reajuste salarial devido aos profissionais da educação e consequentemente seus demais direitos.
O Prefeito Edivaldo rompeu o silêncio sobre essa questão e apresentou sua proposta de reajuste na semana passada. Por ela, no primeiro semestre de 2016, o professorado terá apenas o reajuste de 4,5%, retroativo a janeiro. Felizmente sua proposta foi rejeitada pelos professores presentes na assembleia do SINDEDUCAÇÃO, no último dia 21/04.
Essa proposta não repõe o poder de compras do salário do educador e sequer se aproxima da inflação do ano de 2015, que foi de 10,67%, segundo o IBGE.

Estamos no final de abril e o governador sequer toca nesse assunto e desta forma vem impondo sua política de arrocho salarial aos educadores e servidores estaduais de modo geral. Como se isso não bastasse, os milhares de educadores contratados ou em regime de CET estão há 2 meses trabalhando sem receber os seus salários e muitos já ameaçam cruzar os braços diante desse flagrante desrespeito do governo que prometeu a mudança.
A desculpa é a de falta de recursos, entretanto, os extratos da conta do FUNDEB/ESTADUAL desmontam essa justificativa governamental, na medida em que, os recursos creditados nesta conta são muito superiores aos valores depositados no mesmo período de 2015. 

Desta forma afirmamos: Não faltam recursos para a garantir o reajuste de 11,36% e o pagamento da  remuneração mensal de todos os educadores (efetivos, contratados e em CET), o que falta é vontade política ao governador Flavio Dino para reconhecer e valorizar o trabalho dos profissionais da educação estadual.

Esse atual contexto dos educadores é piorado ainda mais, na medida em que, os mesmos não podem contar com as diretoria do SINPROESEMMA  e do SINDEDUCAÇÃO, pois seus dirigentes trabalham para blindar os governos e sempre agem em defesa de seus interesses particulares.

Como se tudo isso não bastasse, o cenário de instabilidade política do país complica ainda mais as coisas para o lado dos educadores e trabalhadores de modo geral. Mais do que nunca um futuro de incertezas e dificuldades os aguardam logo ali na esquina da história, portanto, como o tempo já não é nosso aliado, precisamos unir forças e partir para a ação coletiva de DEFESA dos nossos interesses, pois somente fazendo a LUTA teremos chance de minimizar os nossos prejuízos.

Diante dessa conjuntura só resta aos educadores a escolha entre a resignação ou a INDIGNAÇÃO frente aos ataques dos governos de plantão e a traição frequente das direções sindicais do SINPROESEMMA/SINDEDUCACAO.

A resignação tem um alto preço. A indignação também, porem, somente através dela devemos e podemos nos organizar para fazer a resistência aos ataques dos governos e lutar para garantir o pouco de direitos que ainda nos resta. Chega de esperar por dirigentes sindicais que se venderam para o governo.
Como já não podemos contar com a estrutura dos nossos sindicatos, educador/a, seja um agente da RESISTÊNCIA, lidere a mobilização em sua escola/município e participe juntamente com seus pares da paralisação estadual/municipal que acontecerá nos dia 28 e 29 de abril. 

Vamos juntos protestar e dizer não aos ataques de Flávio e Edivaldo.

No dia 28/04 faremos um dia de protesto em frente às sedes dos governos (Palácio dos leões e Prefeitura). Nossa concentração se dará a partir das 8h da manhã e nela desejamos receber caravanas de educadores de diversas regionais do estado, assim como os educadores da grande ilha.
A atividade do dia 29 será definida pelos educadores presentes no ato do dia 28.




 

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Novo Panfleto do MRP

FLÁVIO DINO DESCUMPRE LEIS E IMPÕE POLÍTICA DE ARROCHO SALARIAL AOS EDUCADORES MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA DOS PROFESSORES-M.R.P 
São Luís - MA, abril de 2016. http://mrp-maranhao.blogspot.com.br/ 


 O governador do Maranhão insiste em continuar com sua política de desvalorização dos educadores da rede estadual de ensino, ao descumprir leis que lhes garantem direitos, tais como: a LEI DO PISO e o ESTATUTO do MAGISTÉRIO. Tanto a lei federal nº 11.738/08 (LEI DO PISO), quanto a lei estadual nº 8.960/13 asseguram o ajuste salarial anual aos educadores maranhenses no mês de janeiro. Infelizmente chegamos em abril e até o presente momento, não se sabe quando e como o governo assegurará esse direito aos educadores. Trata-se, em realidade, de uma ação sistemática de depreciação do fazer docente para a qual concorrem, entre outros: 
 1 – O descumprimento do acordo judicial que garantia o pagamento de cerca de 5.000 progressões aos professores. (Recentemente o governo afirmou que fará o pagamento dessas progressões em maio e retroativo a janeiro. Nesse sentido é muito importante observarmos a forma como o governo fará a implantação das referidas progressões.) 
 2 – O atraso permanente no pagamento do salário dos professores contratados ou que trabalham em regime de CET; assim como ocorre com trabalhadores terceirizados (vigilantes, operacionais, merendeiras, etc) 
 3 – A ausência e/ ou inexistência de material didático pedagógico na maioria das escolas da rede estadual; 
 4 – Os problemas na estrutura física de um número expressivo de escolas da rede estadual; 
 5 – O agravamento do problema da violência no espaço escolar e em seu entorno; 
 6 – As graves denúncias envolvendo o último concurso público e a eleição para gestor escolar. 

 Esses e muitos outros problemas evidenciam a grave situação pela qual passa a educação pública estadual, seus educadores e educandos. Infelizmente o governador da “MUDANÇA” age como seus antecessores e recorre, não às formas corretas de enfrentar as velhas chagas educacionais do nosso estado, mas tão somente lança mão de programas de governo eleitoreiros e de um marketing que visa a mascarar a realidade da rede estadual de ensino. 
 Diante desse lamentável cenário cada educador da rede estadual deve se posicionar: Ficaremos indiferentes a tudo isso e continuaremos ajudando o governo a mascarar os graves problemas da educação estadual e que estão cotidianamente aflorando em nosso ambiente escolar ou empreenderemos nossas forças para formar um coletivo de educadores que se posicionam diariamente contra esses ataques do governo de plantão à educação estadual, educandos e aos direitos da nossa categoria? Sem a nossa necessária e vital reação para barrar os ataques atuais e futuros sobre nossos direitos, o governo se sentirá à vontade para avançar cada vez mais sobre eles. 

 Direito se defende e conquista é na LUTA! 

O GOVERNADOR MENTE QUANDO DIZ QUE FALTAM RECURSOS PARA GARANTIR O REAJUSTE DE 11,36%.
   
No período de janeiro a março de 2016, os extratos disponibilizados pelo Banco do Brasil demonstram que já foram creditados na conta do FUNDEB/ESTADUAL um montante de R $ 374.804.746,36 (Trezentos e setenta e quatro milhões, oitocentos e quatro mil, setecentos e quarenta e seis reais e trinta e seis centavos). Todo esse recurso é muito superior ao que foi creditado nessa conta, no mesmo período do ano de 2015. Aqui, mais uma vez, evidenciamos que não faltam recursos financeiros para a garantia do reajuste de 11,36%. O que falta mesmo é vontade política ao governador Flavio Dino (PCdoB) para respeitar os direitos dos educadores e lhes garantir uma efetiva política de valorização profissional.

 

 ATENÇÃO EDUCADORES!!! (Execução de ação coletiva). 


 Duas ações coletivas interpostas por nosso sindicato - Mandado de Segurança 20700/2004 e Ação de Descompressão da Tabela Salarial do Magistério (interstício de 5% entre um nível e outro) - transitaram em julgado, ou seja, não cabe mais recurso. Contudo, o TJ/MA vem julgando que a segunda abrange a primeira e determinando o arquivamento das execuções no mandado de segurança, restando a execução da ação civil pública de número 14440/2000, 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de São Luis (MA), na qual é garantida a descompressão da tabela salarial dos educadores. As ações são coletivas, ou seja, feitas em nome do sindicato, mas a execução, procedimento necessário para pagamento, é de forma individualizada, logo quem não constituir um advogado particular ou mesmo do sindicato não receberá. Os documentos fundamentais para o ajuizamento da ação são as cópias de RG, CPF, comprovante de residência, termo de posse e fichas financeiras do período de 1998 a 2016, último contracheque, assinatura da procuração e declaração de hipossuficiência (estes últimos assinados na entrega dos documentos). Quem tiver duas matrículas, os documentos devem ser das duas. Como é do conhecimento geral, vários professores já receberam valores decorrentes da referida ação, apenas nos casos em que preenchidos os requisitos legais, tais como prioridade em razão da idade ou portador de doença grave. De todo modo, o Governo do Estado do Maranhão vem efetuando repasse para pagamento dos precatórios, sendo o último no valor de 70 milhões de reais. O Movimento de Resistência dos Professores (MRP), considerando o interesse dos professores, tem indicado um escritório de advocacia que não cobra nada inicialmente, somente honorários de 10% com pagamento no final (no ato do recebimento), SEM QUALQUER DESEMBOLSO INICIAL. Para maiores informações entrar em contato com o telefone (98) 98815-7165 - Antonísio; (98) 99615-7165 - Marcelo e (98) 98871-6050 - Helton ou com um representante do MRP em sua escola. 

EDUCADOR VEJA O IMPACTO DA POLÍTICA DE ARROCHO SALARIAL DO GOVERNADOR SOBRE SEU SALÁRIO

sexta-feira, 18 de março de 2016

Diretoria do sinproesemma foge da assembleia regional de São Luis



O vídeo acima mostra o momento em que o Presidente do SINPROESEMA E OS DEMAIS DIRETORES DO SINDICATO se retiram da assembleia para evitar que os professores de São Luis deliberassem por ações mais contundentes contra o governo de Flavio Dino ( PCdoB ), em função do seu total desrespeito à educação e os direitos dos educadores.
Esta ação da diretoria do sindicato fracassou, pois mesmo com sua ausência, os professores permaneceram na assembleia e decidiram paralisar suas atividades na terça feira (22/03) e farão, na ocasião, um dia de protesto em frente ao Palácio dos |Leões. É nesse ato que os educadores irão aguardar o resultado da reunião que acontece nesse dia, entre governo e representantes do sindicato. Diante das respostas que virão dessa reunião, a categoria vai decidir nesse dia quais medidas tomará no sentido de intensificar a luta em defesa do seu reajuste integral de 11,36%, melhores condições de trabalho e demais direitos.

Panfleto do MRP usado na semana de luta

FLÁVIO DINO E EDIVALDO HOLANDA DESCUMPREM A LEI DO PISO E DÃO CALOTE NOS EDUCADORES
MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA DOS PROFESSORES-M.R.P
São Luís - MA, Março de 2016. http://mrp-maranhao.blogspot.com.br/


Mais uma vez os educadores do Maranhão são vítimas das ações descomprometidas dos governos estadual e municipal, em que direitos fundamentais para a qualificação da Educação Pública do Estado/Município passam a ser violados promovendo uma situação de descaso e de aprofundamento da política de precarização do ensino público. De mãos dadas, os governos estadual e municipal de São Luís, desde Janeiro insistem no total descumprimento da recomposição salarial prevista nos estatutos do Magistério e Lei do Piso. Na verdade, essas ações demonstram um total descaso com a melhoria da Educação no Estado, visto que os argumentos utilizados para o descumprimento das leis que garantem os diretos dos educadores não passam de palavras inconsistentes e sem nenhuma comprovação concreta. Segundo o argumento do governo, o não cumprimento do reajuste do Piso decorre da falta de condições financeiras do Estado e do Município. Tal argumento não passa de mais uma tentativa de falsear a verdade para tentar  enganar os educadores. Vale lembrar que os recursos destinados à Educação são constitucionalmente determinados por leis próprias e, consequentemente, não devem estar  vinculados aos interesses partidários ou particulares dos governantes. Nesse sentido, o que os governos estão fazendo é impondo a política do calote aos Educadores.

O GOVERNADOR MENTE QUANDO DIZ NÃO TER RECURSOS PARA CUMPRIR A LEI

 O governador tenta justificar sua opção em negar os direitos dos educadores alegando, ora a falta de disciplinamento do FUNDEB por parte do MEC/MF, ora a crise financeira. Interessante é que a primeira alegação não se sustenta, assim como a segunda, pois o MEC e o Ministério da Fazenda já editaram dia 30/12/2015, a portaria de nº 11, que trata da operacionalização do FUNDEB /2016. Confira integralmente essa portaria no link: https://www.fnde.gov.br/fndelegis/action/UrlPublicasAction.php?acao=abrirAtoPublico&sgl_tipo=PIM&num_ato=00000011&seq_ato=000&vlr_ano=2015&sgl_orgao=MF/MEC
A referida portaria já está em vigência e isso confere valores maiores por cada aluno matriculado nas diferentes modalidades de ensino da escola pública, seja ela estadual ou municipal e isso se reverte em mais recursos para todos os entes federados (ESTADOS, MUNICÍPIOS e DF)
Na tabela abaixo apresentamos um comparativo entre os repasses do FUNDEB ocorridos nos anos de 2015 e 2016, no período de JANEIRO A FEVEREIRO.
Mês: JAN/FEV
Valor do Repasse em R $ (2015)
Valor do Repasse em R $ (2016)
Aumento
Total
234.927.226,89
289.273.735,62
23,13%
Atenção! Os dados acima foram retirados do site do Banco do Brasil. De acordo com eles, podemos perceber que somente nesse período a receita do FUNDEB ESTADUAL cresceu 23,13%. Diante do exposto está explicito que mesmo com o cenário de crise na economia do país, no caso específico do FUNDEB, ainda não se constata a presença dos efeitos negativos da crise. Isso evidencia que o governo não concede o reajuste salarial de 11,36% aos educadores, não por falta de recursos, mas porque ele impõe sua vontade política de priorizar outros interesses de sua gestão.
Diante desse contexto nada animador, nós precisamos compreender que se não fizermos a LUTA em DEFESA DOS NOSSOS DIREITOS, a direção do sindicato não fará e aí o governo avançará sobre eles e imporá a todos nós perdas incalculáveis, assim como aprofundará a crise na educação estadual, em função de tudo que está em jogo.

 PREFEITO EDIVALDO ABANDONA AS ESCOLAS MUNICIPAIS E ATACA OS DIREITOS DOS EDUCADORES

A gestão educacional do prefeito Edivaldo Holanda Jr (PDT) é desastrosa e ele já pode até ter conseguido a proeza de superar a infeliz gestão de João Castelo (PSDB), nessa área. Na maioria das escolas municipais de São Luís o que não faltam são problemas. Ha carência de pessoal docente, operacionais, vigilantes, etc. assim como de materiais didáticos pedagógicos e outros. A insegurança permanente nas unidades de ensino é algo que tem potencializado a tragédia da violência no ambiente escolar.
Estamos no último ano da atual gestão e pela pasta da educação já passaram dois secretários. Em 2013 assumiu a pasta Alan Kardec (PCdoB), que por sua vez foi substituído por Geraldo Castro (PCdoB) e hoje, responde pela SEMED o Prof. Moacir Feitosa (PPL).
De 2013 para cá, a maior marca da gestão do prefeito Edivaldo na área educacional consiste na potencialização das políticas de arrocho salarial e da negação de direitos dos educadores, assim como a de desmonte do sistema de ensino público da capital.
SINPROESEMMA E SINDEDUCAÇÃO: APARELHOS POLÍTICO E ELEITORAL DOS GOVERNOS

Na atual conjuntura tanto o SINPROESEMMA quanto o SINDEDUCAÇÃO se transformaram em aparelhos de defesa dos interesses governamentais e isso se dá por que suas diretorias se recusam a fazer a luta em defesa dos direitos dos educadores. Essa situação se evidencia mais ainda no caso do SINPROESEMMA, pois sua cúpula diretiva  pertence ao mesmo partido político do governador Flávio Dino (PCdoB) e como aliados que são, passou a ocupar importantes cargos de confiança no primeiro escalão do governo. Ao fazer isso, os diretores colocaram seus interesses, privilégios pessoais e eleitorais em prejuízo dos professores.  Observem a tabela abaixo:

NOME
CARGO NO SINDICATO
CARGO NO GOVERNO
Odair José Neves Santos
Sec. de assuntos educacionais
Presid. da Comissão C. Licitação
Júlio C. Rêgo Guterres
Sec. de Imprensa
SEC. ADJUNTO DO TRABALHO
Wiliandckson A. Garcia
Sec. Formação Sindical
SEC. ADJUNTO NA SEDUC-MA
Marden Val Ramalho
JORNALISTA
ASSESSOR NA SECON

JUNTOS SOMOS MUITOS, JUNTOS SOMOS MAIS, JUNTOS SOMOS FORTES.
Nesse momento devemos entender que existe o compromisso social e político que é o de estarmos permanentemente mobilizados para que juntos possamos fazer o enfrentamento necessário aos ataques atuais do governo, com a clareza e a plena consciência de classe que as condições adversas só vão ser superadas pela luta conjunta da nossa categoria. A história nos ensinou que a luta coletiva é o principal instrumento de transformação e, nesse sentido, convocamos a todos a se entrincheirar para construirmos uma nova educação de classe e com qualidade social.
AGENDA DE LUTA NA SEMANA
DIA
ATO
LOCAL
QUARTA
Agenda do SINPROESEMMA
-----------------------
QUINTA
MARCHA DO SINDEDUCAÇÃO
ASSEMBLEIA do SINPROESEMMA
8 h na DEODORO
9h Associação Comercial
SEXTA
DEBATE SOBRE FUNDEB
17 h Sind. BANCÁRIOS




quinta-feira, 17 de março de 2016

Sem sindicatos educadores fazem a luta em defesa dos seus direitos

Professores das redes estadual e municipal de ensino em São Luís se rebelam contra as diretorias pelegas do SINPROESEMMA e SINDEDUCAÇÃO, atendem o chamamento do MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA DOS PROFESSORES-MRP, ocupam as ruas e protestam contra as políticas de arrocho salarial, negação de direitos e de desmonte da educação publica, patrocinadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) e o prefeito Edivaldo Holanda (PDT), na tarde do dia 15 de março.


Ao longo da caminhada vários professores fizeram falas de repúdio às posturas das diretorias do SINPROESEMMA E SINDEDUCAÇÃO, EM FUNÇÃO DAS RELAÇÕES QUE ESTAS MANTEM COM OS GOVERNOS.



Tambem manifestaram grande insatisfação com as suas condições de trabalho, bem como explicitaram sua total indignação com a decisão dos dois governos em descumprir a Lei do PISO, o estatuto do magistério e o acordo judicial que garante o pagamento das progressões.



 A caminhada em defesa da escola publica e dos direitos dos educadores foi embalada por muitos gritos de guerra e os que mais se destacaram foi:

“Flávio Dino tu não me enganas, o teu governo é igual ao de Roseana”


“Professor na rua, Edivaldo a culpa é tua.”

A caminhada foi finalizada com falas reafirmando a necessidade do professorado fazer a luta em defesa dos seus direitos, independente das posturas pró-governo das diretorias dos sindicatos. Na sequencia foi feita a divulgação da agenda da semana de luta dos educadores maranhenses.

domingo, 13 de março de 2016

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Companheir@,

seja você um educador(a) da REDE ESTADUAL ou de uma das 217 REDES MUNICIPAIS DE ENSINO do estado, saiba que a greve nacional da educação puxada pela CNTE, tem como objetivo paralisar as atividades escolares em todas as redes de ensino público da educação básica do país, na próxima semana.

Nesse sentido um esclarecimento é necessário: A greve nacional deve contar com a participação de todos os trabalhadores da educação, ou seja, professores e demais funcionários da escola.

No plano Nacional as bandeiras centrais da luta capitaneada pela CNTE, são as seguintes:

1.   PELO CUMPRIMENTO DA LEI DO PISO;
2.   CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO;
3.   CONTRA A ENTREGA DAS ESCOLAS ÀS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS (OS);
4.   CONTRA O PARCELAMENTO DE SALÁRIOS;
5.   CONTRA A MILITARIZAÇÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS;
6.   CONTRA A REORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS.

No plano Estadual e Municipal (São Luís) as bandeiras de LUTA são praticamente as mesmas, pois o governador Flávio Dino (PCdoB) e o prefeito Edivaldo Holanda Jr (PDT) trabalham em parceria e tratam a educação e os educadores praticamente da mesma forma. Sendo assim, para nós, as pautas centrais a serem exigidas na SEMANA DE LUTA dos educadores maranhenses, são:

1.   PELO CUMPRIMENTO DA LEI DO PISO;                                                
2.   PELO CUMPRIMENTO DO ESTATUTO DO MAGISTÉRIO E O PCCV;
3.   CONTRA O PARCELAMENTO DE SALÁRIOS;
4.   PELA GARANTIA DO PAGAMENTO DAS PROGRESSÕES;
5.   PELA GARANTIA DE SEGURANÇA NO ESPAÇO ESCOLAR;
6. PELA REALIZAÇÃO DE CONCURSO PÚBLICO AMPLO PARA A EDUCAÇÃO;
7.   PELA EFETIVAÇÃO DA AMPLIAÇÃO DE JORNADA;
8.   PELA REESTRUTURAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO ESPAÇO ESCOLAR;
9.   CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO NO SERVIÇO PÚBLICO;
10. PELA GARANTIA PERMANENTE DOS MATERIAIS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS NAS UNIDADES ESCOLARES;
11.   PELA GARANTIA DE UM PROCESSO DE ELEIÇÃO DIRETA PARA OS GESTORES ESCOLARES.

Diante do exposto é fundamental compreender que o resultado dessa semana de luta será proporcional ao envolvimento e comprometimento de cada educador/a com as atividades a serem desenvolvidas no período de 14 a 18 de março.