quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O acordo está quebrado, o professor prejudicado e a diretoria do SINPROESEMMA acha que a pressão conta-gotas sobre Roseana surtirá algum efeito.

Alô professor! Recentemente visitando o site do SINPROESEMMA encontramos duas notinhas que convocam os educadores da rede estadual a paralisarem suas atividades durante 24 h. Reproduzimos parcialmente as duas notas e abaixo de cada recorte postamos o link que leva às postagens originais.

O Dia Estadual de Paralisação (22 de outubro, próxima terça-feira) mostrará, mais uma vez, ao governo do Estado que os trabalhadores em educação publica estão mobilizados para evitar uma nova quebra do Acordo por parte da gestão estadual. Além da concentração, Praça Deodoro, em frente à Biblioteca Pública Benedito Leite, a partir das 08 h 30 min, estão previstas atividades de panfletagem, ato público e caminhada.

Pinheiro explica que o Dia Estadual de Paralisação integra as “jornadas de luta pelo cumprimento do Acordo original, que previa para agosto o pagamento da recomposição salarial retroativa, da concessão das titulações, promoções e gratificações, e das progressões para 2014, além dos 30% de gratificação do Pró-funcionário”. O Acordo foi mudado pelo governo do Estado, que decidiu parcelar o pagamento em quatro vezes.



O diretor de Imprensa e Divulgação do SINPROESEMMA, Júlio Guterres, salienta que o Sindicato está atento também à outra parte do Acordo em que o governo do Estado se compromete a pagar as progressões em janeiro de 2014 para todos os professores que estão na última referência para a aposentadoria.
“O Dia Estadual de Paralisação, que faremos a cada mês até dezembro, é uma sinalização de que não iniciaremos o ano letivo de 2014, caso o governo não faça o pagamento das progressões em janeiro. Ou seja, estaremos mobilizados para uma grande greve”, alerta Guterres.


CONSIDERAÇÕES DO MRP:

  1. A diretoria do SINPROESEMMA age com um cinismo absurdo quando cogita a possibilidade de uma nova quebra de acordo, como se isso já não tivesse ocorrido. O pagamento da segunda parcela referente aos retroativos da recomposição salarial foi realizado dia 10/10.
  2. A diretoria do SINPROESEMMA afirma que a paralisação do dia 22/10 integra a jornada de lutas que, dentre outras coisas objetiva exigir o cumprimento do "acordo original", nos seguintes aspectos: RECOMPOSIÇÃO SALARIAL; CONCESSÃO DAS TITULAÇÕES/PROMOÇOES; A GRATIFICAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS E A PROGRESSÃO PARA TODOS OS PROFESSORES Q ESTÃO EM VIAS DE SE APOSENTAR.
Em nosso entendimento, aqui está explícito que a diretoria do SINPROESEMMA abandonou os educadores aposentados ou pensionistas à própria sorte, na medida em que, os mesmos não tiveram seus proventos reajustados e o que é pior,  sequer a diretoria do sindicato coloca como ponto de pauta dessas paralisações a garantia de direitos daqueles colegas que estão inativos, mas que tanto já contribuíram com a educação maranhense. Vale ressaltar que a lei do PISO garante que os reajustes concedidos aos professores ativos sejam repassados aos aposentados e pensionistas, na mesma época e percentual.
Por ultimo perguntamos: Será que algum professor  da rede estadual tem duvidas de que o governo Roseana vai continuar descumprindo os itens desse acordo? Nós que estamos sendo mensalmente penalizados não temos duvida que isso persistirá, mas a diretoria do sindicato entende e acha que vai barrar o governo estadual, com essas paralisações pontuais de 24h. Dessa forma a diretoria do SINPROESEMMA fortalece o postura do governo de descumprir todos os itens do cordo, nunca o contrário.

Professor/a, se desejamos mesmo ver o cumprimento integral dos pontos que foram acordados entre governo e sindicato, deveremos paralisar por tempo indeterminado as aulas na rede estadual imediatamente e não fazer como deseja a diretoria do SINPROESEMMA que, faz vistas grossa para os prejuízos mensais que estamos acumulando ao longo de 2013 e deseja construir uma nova greve, somente no inicio do ano letivo de 2014. Para nós está claro que a diretoria do sindicato pretende fazer uma greve que terá como objetivo maior potencialização do seu candidato ao governo estadual.

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