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RELATO REUNIÃO COM O GOVERNO DO ESTADO

Ontem, 02/05, a comissão de negociação teve a terceira reunião com membros do Governo do Estado, estavam presentes: o Vice-Governador, o Secretário de Relações Institucionais e a Secretaria de Educação. Infelizmente, o governo mostrando, mais uma vez a falta de compromisso com a educação e o desrespeito com os educadores não concretizaram nenhuma proposta com relação ao reajuste emergencial e a qualquer item da pauta de reivindicações. Limitou-se a confirmar a oferta da restituição das faltas, da manutenção do professor na escola de origem, a retirada da ação judicial contra o Sindicato.

No Acampamento era grande a expectativa, pois durante todo o fim de semana o Vice-Gvernador afirmava está em contato com o comitê de Política Salarial para apresentar uma proposta, o que não se concretizou. A avaliação que se faz é que o governo ainda aposta que os professores irão retornar as escolas mediante as ações ditatoras e fascistas que estão sendo implantadas, mas os professores estão cada vez mais unidos e várias escolas na capital e municipios estão retornado à greve, pois entendem que se continuarem na sala de aula fragilizam as negociações e expõem seriamente os direitos já conquistados, já que é quase certo que o Governo pretende mexer na GAM, e assim mudar radicalmente, para pior, a polítíca salarial do professor.

Afinal não nos esqueçamos que Rosena Sarney nunca respeitou nossa categoria, e durante os seus primeiros mandato ficamos 07 anos sem reajuste. Não duvidemos da maldade desta governadora, só tem um jeito de nos fortalecemos, é parar as escolas 100% e rugirmos ferozmente para este governo, pois esta é a linguagem que conhece.

O resultado da reunião não arrefeceu os ânimos da categoria, que permanece firme no propósito de defender seus direitos, e como um dos encaminhamentos, hoje foi realizada uma reunião com o Promotor de Educação, onde protocolamos denúncia de que as notícias de normalidade nas escolas é uma farsa deste governo, e comprovamos as denúncias com a juntada de lista de frequências com número mínimo de alunos e junção de turmas.Também argumentamos a questão dos 200 dias letivos, e nos prontificamos de fiscalizar o cumprimento destes mediante a restituição das faltas descontadas, e que não sejam consideradas as aulas dadas durante o período da greve nas condições denunciadas.

Participe do acampamento, sua presença é fundamental, até para que possamos encaminhar outras proposições.

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