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Com a inexistência do PLANO DE CARREIRA DOS EDUCADORES, governo estadual potencializa sua POLÍTICA DE ARROCHO SALARIAL, graças a total subserviência da DIRETORIA DO SINPROESEMMA (PCdoB/PT/CTB).

Adiada reunião para a apresentação da proposta do governo


Adiada para esta terça-feira, 20, à tarde, a reunião entre o SINPROESEMMA e representantes do governo do Estado, na qual o titular da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Bernardo Bringel, pretende apresentar aos educadores a proposta do governo de reajuste salarial para atender à Lei do Piso.


Última reunião da mesa de negociação


Em reunião realizada no final da tarde da última quinta-feira, 15, na vice-governadoria, o governo do Estado sinalizou com a garantia de pagar o piso salarial nacional, a partir de 1º de outubro, para todos os professores da rede estadual de ensino que recebem salários atuais abaixo do piso previsto em Lei, atualmente no valor de R$ 1.187,00.


Pela proposta do governo, até a 15ª referência da tabela salarial dos professores, será aplicado o piso, mantendo as diferenças entre as referências, cujo percentual não foi detalhado pelo governo. Quanto às demais faixas salariais, da 16ª até 25º referência, o governo garantiu que haverá reajuste, também em outubro, mas também não adiantou o percentual que será aplicado neste momento imediato, comprometendo-se em apresentar a proposta formalizada em tabela salarial na próxima segunda-feira, 19, em mais uma rodada de negociação com a categoria.

Fonte: http://www.sinproesemma.org.br/2011/9/19/adiada-reuniao-para-a-apresentacao-da-proposta-do-governo-2629.htm


O MRP lamenta informar, mas a partir de agora, começaremos a sentir falta de um instrumento de valorização profissional da nossa categoria que é o PLANO DE CARREIRA (PCCR). Este deveria ter sido construído desde 2001, conforme determinava o PNE ( 2001-2010). Sem ele, nossa política salarial inexiste e aí, ficamos e ficaremos totalmente a mercê da boa vontade do governo, que só nos concederá reajuste quando bem entender e no percentual que desejar.  Vale lembrar que assim age o atual governo, desde 2009.

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