terça-feira, 27 de agosto de 2013

"Quem paga a banda diz como ela deve tocar" . Governo descumpre acordo e a diretoria do SINPROESEMMA diz amem.

Vejam só, a diretoria do SINPROESEMMA usa de ma fé ao tratar do descumprimento do acordo por parte do governo Roseana. Esse assunto serviu como recheio de um post que trata de uma fraude no ultimo concurso. Confira no link: http://sinproesemma.org.br/2013/08/seduc-esclarecimentos-sindicato-nomeacoes-indevidas-descumprimento-prazos/ 
PROMOÇÕES E TITULAÇÕES
O secretário também prestou esclarecimentos aos diretores do Sinproesemma com relação aos pagamentos previstos na negociação feita entre o governo e o sindicato, na greve realizada no primeiro semestre deste ano.
De acordo com o entendimento entre sindicato e o governo, os pagamentos das promoções, titulações, gratificação de funcionários e o reajuste salarial do Piso deste ano (retroativo a janeiro) seriam feitos neste mês de agosto. Porém, o sindicato foi surpreendido com a comunicação de um novo calendário, que prevê o pagamento dos retroativos do reajuste em longo parcelamento, até o final do ano, e as titulações e promoções, condicionadas a uma rigorosa avaliação de documentos, que vai gerar, inevitavelmente, o parcelamento da concessão dos direitos.
De um total de 1538 promoções, de acordo com a Seduc, apenas 275 estão aptas e serão pagas, em folha suplementar, no dia 10 do próximo mês. Ficam 539 ainda pendentes de avaliação e 540 já foram indeferidas. Quanto às 2.280 titulações, somente 149 serão pagas nessa mesma folha suplementar.
Parte das gratificações de 30% para os funcionários qualificados no programa Pró-Funcionário também sairá em folha suplementar e será retroativa a 1º de julho deste ano, data em que foi publicada a lei que assegura as gratificações.
Questionado sobre o parcelamento dos retroativos do reajuste, o secretário  Pedro Fernandes, respondeu que iria levar a questão para o governo e que, no seu entendimento, na mesa de negociação,  os retroativos não seriam parcelados. Quanto à demora no pagamento das promoções e titulações, também questionada pelo sindicato, o secretário informou que é necessário muito rigor na avaliação dos documentos, criterioso diante dos casos descobertos de nomeações indevidas, com base em documentos falsos.
Para o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, que estava na reunião acompanhado por outros diretores, o sindicato vai continuar cobrando o compromisso do governo com categoria e exigir uma mudança de comportamento do Executivo, que não está cumprindo o que foi acertado na mesa de negociação.
“Na greve deste ano, depois de várias reuniões de negociação, chegamos a um acordo, que foi submetido à avaliação da categoria em assembleias. Mas o governo, que, infelizmente, tem um histórico de não comprometimento, a exemplo do que aconteceu na greve de 2011, que não honrou prazos, quer repetir o mesmo agora. Porém, o sindicato vai estar vigilante”, disse Pinheiro.
Considerações do MRP:
Eis a verdade que sempre esteve por trás da negociação entre governo e diretoria do sindicato, o primeiro sempre esteve muito a vontade para ditar as regras desse processo e quando propôs ao segundo a suspensão da greve a partir do fechamento de um acordo extra-judicial entre as partes, ficou explicito que o mesmo não seria cumprido. 
O desfecho de mais uma negociação entre governo e diretoria do SINPROESEMMA nos trouxe mais prejuízos do que benefícios, e olha que ainda nem começamos a contabilizar aqueles advindos da aplicação do novo estatuto, que aliás, é bom que se diga, se chama ESTATUTO DO MAGISTÉRIO e não estatuto do educador, esta denominação só existe na cabeça dos dirigentes pelegos do SINPROESEMMA. 
Ressaltamos ainda o tamanho do cinismo da diretoria do SINPROESEMMA que, depois do leite derramado, agora tem a coragem de responsabilizar os educadores pelo fechamento do acordo com o governo, quando diz que estes o aceitaram. Os dirigentes do SINPROESEMMA ja esqueceram a forma como trataram os professores nas assembleias regionais? A muitos, nestas assembleias, sequer foi dado o direito a fala. 
Diante desse contexto, outra vez, a nós professores da rede estadual fica a pergunta: a maioria de nós trilhará o caminho da resignação, da indiferença ou da reação? 

Pra finalizar, espero que compreendamos esta lição: O tempo é o senhor da RAZÃO! Acreditar nas promessas da diretoria do sindicato é abraçar ILUSÃO.

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